De “Verde” a “Blue”, a Competitividade Sustentável

De “Verde” a “Blue”, a Competitividade Sustentável

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Pedro Lins mostra como o movimento “Blue” tem levado uma nova geração de líderes a ultrapassar a visão “Verde” e a gerir a Competitividade Sustentável dos seus negócios com a consciência alargada de que uma empresa competitiva e sustentável possui, simultaneamente, Prosperidade Económica, Vitalidade Cultural, Equidade Social e Sustentabilidade Ambiental

Desde 1798, com a publicação do estudo de Malthus intitulado de “An Essay on the Principle of Population”, passando pelo relatório publicado pela Comissão Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento (CMMAD), em 1988, conhecido como Relatório de Brundtland, onde pela primeira vez foi usado o termo “Desenvolvimento Sustentável”, até chegar à atualidade, com o conceito de “Competitividade Sustentável” (CS), a sociedade moderna discute a respeito do que hoje denominamos de “Sustentabilidade”. Ainda assim, até os dias de hoje, o conceito de sustentabilidade não é claramente percebido e tampouco entendido mesmo por quem nele atua. Perante as ambiguidades que a sua definição pode ter, cuja compreensão pode contar com uma simplicidade, que muitas vezes parece tentar não afetar quaisquer interesses, este conceito ainda dá espaço para diferentes interpretações, algumas, inclusive, incompatíveis entre si (…)

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